Se tem uma coisa que aprendi nessa vida foi a amar o xadrez. Além ensinar e jogar, já organizei e arbitrei torneios. Tenho muita experiência em carregar tabuleiros para todo lado, porque um bom enxadrista nunca está sem um jogo por perto, seja para uma partida rápida no parque, seja para uma sessão de estudo em casa.
Tenho vários tabuleiros aqui, cada um com sua história. Mas, com o tempo, percebi que para ensinar e para jogar com seriedade não adianta ter o tabuleiro mais bonito ou as peças mais ornamentadas. O que realmente importa é a praticidade e a justiça do jogo.
Além da praticidade para o transporte, o tamanho, a facilidade de visualização e a própria experiência tátil da captura de peças e do acionar dos botões do relógio, são critérios que levo em consideração para recomendar:
Um kit de xadrez básico
Um bom tabuleiro e peças: leves, resistentes e fáceis de guardar e até higienizar se for preciso.
Um relógio de xadrez: porque o tempo é parte do jogo, como aprendi com meu saudoso mestre, Milton Guimarães.
“O relógio estabelece a justiça no xadrez.”
Era assim que ele falava. E ele estava certo. Sem o relógio, a partida pode se arrastar, um jogador pode levar vantagem indevida pensando demais, e a essência do jogo, que é também uma disputa de raciocínio sob pressão. O relógio estabelece o ritmo, a modalidade e o respeito a igualdade de condições para os jogadores.





