Aprenda Xadrez

O jogo que exercita a mente e a alma.

Brancas jogam e ganham

    O xadrez é um dos jogos mais antigos e fascinantes da humanidade. Atravessou continentes, conquistou reis e generais, e hoje é simplesmente um dos esportes mais praticados do planeta.

    Mas o xadrez não é apenas um jogo. É um exercício de paciência, estratégia e autoconhecimento. Cada partida é uma história. Cada movimento é uma escolha. E cada erro, uma lição.

    Eu aprendi o jogo ainda jovem. Desde então, jogo, incentivo e ensino xadrez. O xadrez me ensinou a pensar antes de agir, a respeitar o adversário e a encontrar beleza na complexidade.

    A alguns anos elaborei essa apresentação de slides para ensinar quem quer aprender, se for o seu caso, confira:


    Aprender as regras é o primeiro passo. O próximo é jogar. E jogar exige prática, paciência e os equipamentos certos.

    Com o tempo, você vai perceber que o xadrez não é apenas um jogo de tabuleiro. É um hábito. E como todo bom hábito, ele merece ferramentas que facilitem a rotina.

    Quando começar a praticar você vai perceber que o xadrez não é só jogo. Com algumas leituras você logo vai descobrir os problemas de xadrez que as vezes atraem mais as pessoas do que o jogo em si.

    Eu sempre reintero que a concentração e a atitude que temos que ter diante de um tabuleiro é a mesma que temos que ter com os livros. O Xadrez também se escreve e se estuda. Recomendo que anote suas partidas e faça análise delas. Cada erro é uma lição. Cada vitória, uma confirmação.

    Estude partidas de mestres é assim que todo mundo evolui, até os proprios campeões que tem que estudar seus antecessores. É muito interessante começar a observar e a entender como pensam Veja como eles pensam, como se movem, como constroem suas estratégias.

Machado de Assis: do morro para o mundo!

Um conhecedor da arte do xadrez que me disse:

 “A ausência diminui as paixões medíocres e aumenta as grandes, como o vento apaga as velas e atiça as fogueiras”

provável última foto de Machado de Assis
provável última foto

    Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu na capital brasileira, o Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839. Filho do pintor Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis. Criado no Morro do Livramento, perdeu sua mãe muito cedo.

    Machado de Assis foi um pouco de tudo: operário de gráfica, vendedor de livros, revisor em editoras, tradutor, contista, cronista, romancista, folhetista e poeta. Fez carreira como jornalista e como funcionário público, como meio de sobrevivência.

    Iniciou-se na literatura publicando seu soneto “Allma Sra D.P.J.A.” quando tinha 15 anos incompletos, num periódico intitulado “Periódico dos Pobres”, em 03 de outubro de 1854. Em 1856 trabalhou na Imprensa Nacional, onde conheceu Manuel Antônio de Almeida, o qual tornou-se seu protetor. Em 1858 trabalhou no Correio Mercantil, como revisor  e em 1860, passou a trabalhar no Diário do Rio de Janeiro. Em 1861 publicou seu primeiro livro, uma tradução de “Queda que as mulheres têm pelos homens tolos”. Em 1864 editou seu primeiro livro de poesias, intitulado “Crisálidas”. Em 1857 foi trabalhar no Diário Oficial. Em 1869, casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais, com quem conviveu por 35 anos e cujo matrimônio transcorreu sem que tivessem filhos.

EQUIPAMENTOS PARA O TRABALHO E O PLANEJAMENTO DAS FÉRIAS

Mochilas para as férias

equipamenros fundamentais veja aqui


    Faltando uma semana para o recesso escolar do meio do ano, não me sai da cabeça essa conquista do proletariado, férias: o descanso da rotina. É o que ensino e é exatamente o que sinto.

    Esse período, para mim, não pode ser tempo perdido. Férias são um capítulo à parte na vida, merecem planejamento tanto quanto o trabalho. E como tudo que vale a pena, planejo com cuidado: as leituras que quero fazer, os filmes que quero ver e as atividades físicas que vou retomar.

O que fazer com uma semana (e um pouco mais) de liberdade?

    Tenho uma lista de livros acumulados. Não aqueles que leio por obrigação, mas os que escolhi porque me chamaram. Alguns ficam esperando meses na estante, pacientemente. As férias são a hora deles.

OS MELHORES EQUIPAMENTOS PARA O TRABALHO DIGITAL

    Sabe a sensação de que seu trabalho poderia ser bem mais produtivo, de que o seu cansaço deveria valer mais? Para mim, o trabalho precisa ser feita acima de tudo com boas ferramentas. Por anos, produzi meus textos, ilustrações, criei minhas apresentações de slides e editei meus áudios em um notebook velho, que já não dava mais conta. O som travava, o sistema engasgava e para ser sincero, editar qualquer coisa era um exercício de paciência.

Noteboocks são as melhores ferramentas do trabalho digital
hardware bom e barato
    Meu conteúdo sempre foi sobre ideias, reflexões e histórias. Não gravo vídeos, as vezes tiro umas fotos. Mas meu trabalho é de escrita, ilustração e edição de áudio. E foi exatamente por isso que percebi que precisava de um upgrade. Não de uma máquina para rodar jogos ou editar filmes em 4K, mas de ferramentas que me dessem tranquilidade e qualidade sonora para fazer o que realmente importa.

    Foi aí que decidi investir em dois equipamentos que mudaram completamente minha rotina: um Notebook e um Smartphone. Não os mais caros, mas os que entregam o que realmente importa para o trabalho do dia a dia.

A História do Brasil para quem tem pressa

Darcy Ribeiro no programa roda viva
entrevista histórica no programa "Roda Viva"

    Darcy Ribeiro sempre me vem a cabeça quando estou planejando e preparando minhas aulas. Darcy estudou, deu aula, escreveu e dedicou a vida a uma atuação política históricamente comprometida com o progresso. Teorizou muito sobre o Brasil, seu povo e nosso futuro. Pensou e agiu em nome da educação.


    Era um Antropólogo de linguagem simples, veja esse texto que encontrei entre os livros da escola onde ele explica o conceito de:

" Além dos seres vivos e da matéria cósmica, existem também coisas culturais, muitíssimo mais complicadas. Chama-se cultura tudo o que é feito pelos homens, ou resulta do trabalho deles e de seus pensamentos. Por exemplo, uma cadeira está na cara que é cultural porque foi feita por alguém. Mesmo o banquinho mais vagabundo, que mal se põe em pé, é uma coisa cultural. É cultura, também, porque feita pelos homens, uma galinha. Sem a intervenção humana, que criou os bichos domésticos, as galinhas, as vacas, os porcos, os cabritos, as cabras, não existiriam. Só haveria animais selvagens.

A minhoca criada para produzir humo é cultural, eu compreendo. Mas a lombriga que você tem na barriga é apenas um ser biológico. Ou será ela também um ser cultural? Cultural não é, porque ninguém cria lombrigas. Elas é que se criam e se reproduzem nas suas tripas.

Uma casa qualquer, ainda que material, é claramente um produto cultural, porque é feita pelos homens. A mesma coisa pode-se dizer de um prato de sopa, de um picolé ou de um diário. Mas estas são coisas de cultura material, que se pode ver, medir, pesar.

Há, também, para complicar, as coisas da cultura imaterial, impropriamente chamadas de espiritual - muitíssimo mais complicadas. A fala, por exemplo, que se revela quando a gente conversa, e que existe independentemente de qualquer boca falante, é criação cultural. Aliás, a mais importante. Sem a fala, os homens seriam uns macacos, porque não poderiam se entender uns com os outros, para acumular conhecimentos e mudar o mundo como temos mudado.

A fala está aí, onde existe gente, para qualquer um aprender. Aprende-se, geralmente, a da mãe. Se ela é uma índia, aprende-se a falar a fala dos índios, dos xavantes, por exemplo. Se ela é uma carioca, professora, moradora da Tijuca, a gente aprende aquele português lá dos tijucanos. Mas se você trocar a filhinha da índia pela filha da professora, e criar, bem ali na praça Saens Peña, ela vai crescer como uma menina qualquer, tijucana, dali mesmo. E vice-versa, o mesmo ocorre se a filha da professora for levada para a tribo xavante: ela vai crescer lá, como uma xavantinha perfeita - falando a língua dos xavantes e xavanteando muito bem, sem nem saber que há tijucanos.

Além da fala, temos as crenças, as artes, que são criações culturais, porque inventadas pelos homens e transmitidas uns aos outros através de gerações. Elas se tornam visíveis, se manifestam, através de criações artísticas, ou de ritos e práticas - o batizado, o casamento, a missa -, em que a gente vê os conceitos e as idéias religiosas ou artísticas se realizarem. Essa separação de coisas cósmicas, coisas vivas, coisas culturais, ajuda a gente de alguma forma? Sei não. Se não ajuda, diverte. É melhor que decorar um dicionário, ou aprender datas. Você não acha?"

O trabalho que gera renda: Esforço, estratégia e ferramentas certas

Soluções para o trabalho pela internet
conteúdo digital com soluções bem humoradas

    Parafraseando a declaração de independência dos Estados Unidos: Começo considerando como “verdades evidentes por si mesmas”: que a vida humana é feita de trabalho. Que o trabalho define a existência humana,  e que o produto do trabalho depende do uso das ferramentas adequadas que fazem o trabalho render mais com menos esforço.

    Você já parou para pensar os elementos que constituem um trabalho rentável?

    A quantidade de horas dedicadas, o uso das ferramentas adequadas e finalmente o planejamento das intervenções humanas sobre determinada matéria prima, são o motor da história. Dividido socialmente, é o trabalho necessário à produção da subsistência humana o que gera os bens, produtos, mercadorias e a renda que move a sociedade de mercado em que vivemos.