ITALIANOS NO BRASIL

A História do Dia Nacional do Imigrante Italiano
Cartaz atual do Poder Municípal de Vitória

O dia 21 de fevereiro foi denominado pela Lei Federal nº 11.687, de 13 de junho de 2008 , como Dia Nacional do Imigrante Italiano. A aprovação da lei foi justificada como  forma de reconhecer e celebrar a contribuição dos italianos à formação social, cultural e econômica do país. 

A data é uma referência a um evento histórico específico: a chegada do navio "La Sofia" ao Porto de Vitória, no Espírito Santo, em 21 de fevereiro de 1874. A bordo, estavam cerca de 380 a 388 camponeses, principalmente da região do Vêneto, marcando o início do fluxo migratório organizado em massa do centro da Europa para o Brasil.

Essa viagem, conhecida como "Expedição Tabacchi" , foi organizada por Pietro Tabacchi, um italiano que já residia no Espírito Santo. Ele ofereceu terras aos imigrantes em troca do direito de explorar madeira . A partir desse desembarque, a imigração italiana para o Brasil se intensificou, estimulada pelo governo monárquico que como o Imperador Dom Pedro II, não escondia seu empenho em "branquiar" a "raça brasileira" trazendo brancos para substituir o trabalho dos escravos africanos renegados. Entre o final dos anos de 1800 e início dos 1900, mais de 1,5 milhão de italianos foram trazidos pelo governo brasileiro para trabalhar nas lavouras de café do Sudeste e nas colônias agrícolas do Sul.

O NASCIMENTO DA REPÚBLICA BRASILEIRA

CRONOLOGIA EM IMAGENS

(das antigas telas, as primeiras fotografias que marcam o início dos tempos comtemporâneos no Brasil) 

República Velha é o período que vai de 1889 - 1930. Apresento a seguir imagens que ajudam a ilustrar e entender melhor esse tempo e seus acontecimentos.


A REORGANIZAÇÃO DO PC DO BRASIL HÁ 64 ANOS

 

   Em 18 de fevereiro de 1962, realizou-se em São Paulo, na Rua do Manifesto, Bairro Ipiranga, a 5ª Conferência Nacional Extraordinária do Partido Comunista do Brasil.
     Dela participaram cerca de 100 delegados de São Paulo, Guanabara, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul.
     Segundo o historiador Augusto Buonicore “O Rio Grande do Sul [...] foi o local em que o PCdoB teve maior expressão num primeiro momento [...]. Conquistou vários aderentes, alguns dos quais haviam sido expulsos junto com Amazonas, como Adamastor Bonilha, Otto Alcides Ohlweiler, Paulo Mello, Gregório Mendonça, Guido Enders, Fernando Paula Dias, Carlos Aveline, Carlos Magalhães e a poetisa Lila Ripoll.”