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Faltando uma semana para o recesso escolar do meio do ano, não me sai da cabeça essa conquista do proletariado, férias: o descanso da rotina. É o que ensino e é exatamente o que sinto.
Esse período, para mim, não pode ser tempo perdido. Férias são um capítulo à parte na vida, merecem planejamento tanto quanto o trabalho. E como tudo que vale a pena, planejo com cuidado: as leituras que quero fazer, os filmes que quero ver e as atividades físicas que vou retomar.
O que fazer com uma semana (e um pouco mais) de liberdade?
Tenho uma lista de livros acumulados. Não aqueles que leio por obrigação, mas os que escolhi porque me chamaram. Alguns ficam esperando meses na estante, pacientemente. As férias são a hora deles.

